domingo, 15 de maio de 2011

Fifa vai testar serviços da Copa do Mundo em amistosos da Seleção

 Jogos do Brasil contra Holanda e Romênia servirão como avaliação para medidas da entidade, que serão utilizadas na Copa de 2014 no Brasil

O Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 vai testar, nos amistosos da Seleção Brasileira dos dias 4 de junho contra a Holanda e no dia 7 de junho contra a Romênia, alguns itens de serviço que serão utilizados durante a Copa das Confederações e na Copa do Mundo do Brasil. O objetivo é realizar um ensaio e tentar mostrar aos profissionais e aos espectadores o que será encontrado durante as duas competições em 2013 e 2014, respectivamente.

Dessa maneira, três itens principais serão contemplados: competições, segurança e imprensa. Vale lembrar que, como os dois estádios utilizados - Serra Dourada e Pacaembu - não estão adaptados para o nível de exigências de uma Copa do Mundo da FIFA, muitos desses serviços serão oferecidos de maneira parcial.

Na área de imprensa serão disponibilizadas posições de transmissão, tribunas de imprensa, posição para fotógrafos, centro de mídia e salas de entrevistas coletivas com um nível de serviços parecido com o oferecido na competição.

Na área de segurança, será implantado o modelo integrado entre o poder público e privado. Os órgãos de Segurança Pública ficam responsáveis pela cidade e vias públicas até a porta dos estádios, e só intervêm quando há grave tumulto com necessidade de manutenção da ordem pública ou quando for necessário o emprego do poder de polícia, ou seja, dentro da missão prevista nas Constituições Federal e Estaduais. Durante as partidas, a polícia atua nas instalações esportivas somente sob demanda, e os seguranças privados (stewards) desempenham as funções na área do estádio.

A ideia é empregar em torno de mil profissionais como stewards e seguranças privados em cada um dos dois jogos. O objetivo é oferecer um ambiente seguro e pacífico para a realização das partidas, dentro de um modelo de não confronto. Os stewards estarão envolvidos somente com a operação do estádio, sendo a orientação do público feita por orientadores, função que será desempenhada por voluntários. Eles atuarão na organização das filas de entrada, além de orientação e indicação de portões, acessos e sanitários. Por enquanto, serão utilizados apenas no jogo do Pacaembu (não haverá esse serviço em Goiânia).

No Pacaembu, os orientadores também auxiliarão na localização dos assentos numerados. É importante ressaltar que o assento numerado será respeitado apenas na área do setor oeste de cadeiras. Serão utilizados aproximadamente 200 orientadores.

Na área de competições, a atuação do Comitê Organizador será no serviço às equipes, inclusive com a presença de um team liaison officer (TLO), um elo entre a Seleção e a organização do evento. O protocolo de jogo também será implantado de acordo com o serviço de um Mundial.


FONTE:http://pe360graus.globo.com/esportes/esportes/copa-do-mundo/2011/05/15/NWS,533302,6,124,ESPORTES,751-FIFA-TESTAR-SERVICOS-COPA-MUNDO-AMISTOSOS-SELECAO.aspx

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cidades devem adaptar gestão aos novos desafios

Cidade inteligente deve ter capacidade tecnológica para realizar ações as mais completas possíveis

[...]Uma cidade inteligente terá que ter capacidade ou instrumentação tecnológica para capturar dados em tempo real e compartilhá-los com todos os setores para que as ações sejam as mais completas possíveis. Além disso, com dados completos, consegue-se planejar o futuro. Uma cidade inteligente tem como orientação um plano diretor que a visualize pelo menos uma ou duas décadas à frente. As ações estratégicas e mesmo muitas das ações táticas devem estar alinhadas com esta visão de futuro.

A gestão de uma cidade inteligente é, portanto, uma gestão holística, com integração de informações e processos entre todos os seus setores. Esta visão permite que informações antes restritas a setores específicos sejam cruzadas com outras, permitindo que tendências antes escondidas surjam à superfície. E com tecnologia adequada pode-se não apenas planejar, mas prever eventos e reagir a eles de forma adequada.

Com informações integradas, os setores envolvidos podem planejar com antecedência para minimizar os transtornos

Um evento esportivo de grande porte, como a Copa 2014, por exemplo, pode afetar diversos setores de uma cidade, que vão da gestão do trânsito ao policiamento, passando por atendimento médico em caso de emergências e assim por diante. Com informações integradas, todos os setores envolvidos podem planejar com antecedência suas ações e agirem de forma a minimizar possíveis transtornos à vida dos cidadãos.

Um ponto crucial neste modelo é a criação de um Centro de Operações Integradas (COI), que consiga aglutinar todos os serviços que afetam o dia a dia de uma cidade de modo que não apenas reações a eventos sejam tomadas de imediato, como também municie os gestores com informações mais abrangentes, que permitam planejamentos e decisões mais apuradas.

O COI recebe informações de todos os serviços da cidade, como água, energia, trânsito, segurança, saúde etc., seja em tempo real, capturadas por sensores espalhados pela infraestrutura física da cidade, ou oriundas de outros sistemas e meios de geração de informações, como smartphones nas mãos dos cidadãos. Com a tecnologia disponível hoje se pode operar algoritmos analíticos sofisticados praticamente em tempo real, de modo a interferir no próprio evento que gerou a informação.

Além disso, o tratamento analítico destas informações aliado a dados históricos geram insights valiosos para a tomada de decisões estratégicas. Um exemplo de sistema de previsão é o IBM Traffic Prediction Tool (http://tinyurl.com/48vcc6j), que baseado em dados coletados em tempo real prevê a ocorrência de congestionamentos com até uma hora de antecedência.

Outro exemplo de tecnologia preditiva é o PMAR, sistema de Previsão Meteorológica de Alta Resolução que entrará em operação no primeiro semestre de 2011 e que é o grande diferencial do Centro de Operações do Rio. Trata-se de um modelo matemático unificado e exclusivo para a capital fluminense.

Com a tecnologia disponível hoje se pode operar algoritmos analíticos sofisticados praticamente em tempo real

O sistema envolve a reunião de dados da bacia hidrográfica, o levantamento topográfico, o histórico de chuvas do município, assim como informações coletadas em tempo real de satélites e radares. Ele terá a missão de prever a incidência de chuvas e possíveis enchentes. O sistema e modelo matemático deverão ser calibrados para aumentar significativamente a taxa de acerto em relação à previsão de chuvas na cidade. O diferencial do sistema criado pela IBM é o que vem depois da previsão: após detectarem a incidência de chuvas, o PMAR fará a modelagem das possíveis inundações e, com ela, em uma próxima fase, também será possível avaliar os seus efeitos no trânsito da cidade.

Mas, para um COI operar é necessário implementar diversos conceitos básicos:

a) Instrumentar a cidade. Isto significa colocar sensores e dispositivos de coleta de dados na infraestrutura física, como sistemas viários, energia, água e assim por diante. Uma cidade instrumentada permite coletar dados em tempo real de coisas antes invisíveis. Um exemplo simples são câmeras e sensores em locais pouco acessíveis, como encanamentos de água e esgoto, que podem detectar vazamentos e mesmo a sua composição química e biológica, identificando anormalidades em tempo real.

b) Interconectar a cidade. Os sensores só têm significado se puderem se comunicar e enviar suas informações para serem tratadas em tempo hábil. A cidade deve dispor de uma rede de comunicações que permita que esta conexão flua adequadamente.

c) Criar inteligência. Isto significa a capacidade de tratar os dados e através de softwares e algoritmos analíticos gerar ações preventivas e reativas.
Os desafios para se criar um COI são muitos. É necessário investimento em instrumentação e conexão onde hoje não existem. É necessário integrar sistemas e processos que permitam aos diversos setores que gerenciam a cidade trabalharem de forma integrada. A interação de processos e sistemas é um ponto muito importante.

Uma cidade não se torna inteligente de um dia para o outro. O grau de maturidade de seu modelo de gestão bem como o grau de instrumentação disponível são algumas das variáveis envolvidas. Uma cidade onde o modelo de gestão está impregnado de uma cultura que incentiva o isolamento entre os diversos setores terá muito mais dificuldades para criar um COI que outra que já atue de forma colaborativa, embora ainda sem os meios adequados. O grau de maturidade também permite visualizar o “mindset” da gestão pública da cidade. É dirigida por ações de curto prazo, limitadas pelos mandatos dos gestores, ou incentiva ações de longo prazo, que visam atender as demandas futuras da cidade, mesmo que tais ações se estendam por mais de uma gestão?

 

FONTE:http://www.copa2014.org.br/noticias/6953/CIDADES+DEVEM+ADAPTAR+GESTAO+AOS+NOVOS+DESAFIOS.html

Copa e Olimpíadas ampliarão em 10% a demanda anual por fibras ópticas

2 de maio de 2011

A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 devem impactar consideravelmente o mercado de fibras ópticas no País. É o que previu Foad Shaikhzadeh, presidente da Furukawa do Brasil, nesta segunda-feira, 2, em evento realizado com canais em Comandatuba/BA. “Deve haver um crescimento da demanda por fibras no Brasil de 10% nos próximos anos, com um pico em 2011”, disse.

E essa demanda local, segundo ele, é de 3 a 4 milhões de quilômetros de fibras ópticas. Em cabos, isso significa 30 mil quilômetros nos próximos cinco anos, cerca de 6 mil por ano, e 75% do mercado sulamericano.

As aplicações que impulsionarão esse crescimento serão os links de longa distância (backbones e redes metropolitanas), datacenters e a massificação das tevês digitais com o advento da Copa e das Olimpíadas. “Somos um dos principais players e parceiros da Oi na reforma do Mineirão (estádio de Minas Gerais e uma das sub-sedes da Copa) e de algumas outras praças também, que não posso falar (por conta dos contratos de confidencialidade)”, disse. De acordo com o executivo, os eventos esportivos contam com uma “demanda visível”, que é a estrutura local do estádio e seus arredores, e uma invisível, a preparação dos municípios para as imagens digitais e de alta definição dos jogos. “Se não houver uma rede parruda, por mais tecnologia que exista, as tevês e a Internet irão congestionar”, acrescentou. 


FONTE: http://www.teletime.com.br/02/05/2011/copa-e-olimpiadas-ampliarao-em-10-a-demanda-anual-por-fibras-opticas/tt/222633/news.aspx 
 

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Copa 2014 gera 448 oportunidades de negócios para pequenas empresas em quatro setores

Pesquisa do Sebrae aponta quais são os requisitos obrigatórios e classificatórios que devem ser cumpridos para que os empresários possam garantir seu espaço no mercado

Da redação
 
 
 
Construção civil, tecnologia da informação, turismo e produção associada ao turismo (gastronomia, artesanato, entre outros) são os quatro setores da economia que oferecem 448 oportunidades de negócios para pequenas empresas nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Os dados fazem parte do Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede, divulgado pelo Sebrae nesta terça-feira (29), no Rio de Janeiro. 

De acordo com o mapeamento do Sebrae, encomendado à Fundação Getúlio Vargas (FGV), haverá possibilidades de negócios para pequenos empreendimentos antes, durante e após o evento esportivo. “Nós não estamos pensando apenas no período do evento, mas em todo o período que vai de 2011 até bem depois de 2014”, afirma Luiz Barretto, presidente nacional do Sebrae. Alguns exemplos são as agências de viagens emissivas e de receptivo, fornecedores de uniformes, empresas de terraplenagem, restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação e bebidas, comércio de reparação e manutenção de equipamentos de comunicação, empresas de Internet e infraestrutura de TI, produção de artesanato, design de produtos e embalagens, fornecedores de material e mobiliário de escritório, entre outras. 

As 448 oportunidades de negócios foram extraídas de uma lista de atividades nas quais essas empresas podem empreender com grande chance de sucesso. Esses segmentos incluem as compras governamentais (com as garantias previstas na Lei Geral da Micro e Pequenas Empresas) e os negócios diretamente com o mercado – que representam a maior parte das oportunidades. 

Neste primeiro momento, o levantamento está sendo feito em âmbito nacional. A segunda etapa será a identificação das atividades mais promissoras em cada Estado que sedia a Copa, levando em consideração as aptidões locais. Estão em andamento 14 mapeamentos locais, sendo nove no setor da construção civil – no Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Amazonas, Mato Grosso, Distrito Federal, Ceará e Paraná. Em tecnologia da informação, os mapeamentos ocorrem no Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Distrito Federal e Ceará. Até maio deverão estar concluídos os dados regionais dos quatro setores. 

Ainda no primeiro semestre de 2011, serão mapeados mais cinco setores: agronegócio, madeira e móveis, têxtil e confecção, comércio varejista e serviços.

Requisitos listados
O Mapa de Oportunidades aponta quais são os requisitos obrigatórios e classificatórios que devem ser cumpridos para que os empresários possam garantir seu espaço no mercado. Eliminatórios são aqueles sem os quais uma empresa é ou não contratada, normalmente por questões legais, como alvará de funcionamento, nota fiscal, Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e Inscrição Estadual. “Nem sempre uma empresa é eliminada por capacitação, muitas vezes falta documentação”, afirma Barretto.

Já os requisitos classificatórios são os que agregam valor à empresa, sendo uma condição diferencial que poderá aumentar as chances de desenvolvimento e exploração dos negócios. São de três tipos: documentação específica (como CREA, certificações ISO), gestão e sustentabilidade. No setor de turismo, por exemplo, contam pontos a favor da empresa o apoio no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes e a contratação prioritária de mão de obra de fornecedores locais.

Outro dado relevante do mapeamento é o índice de densidade das empresas nas atividades dos setores. Esse índice oscila entre 0 e 1. Um índice 0,80 significa que, do total de empresas da respectiva atividade econômica, 80% delas são micro e pequenas. No setor de tecnologia da informação, as atividades de rádio têm nível de densidade de 0,82. No turismo, os serviços de guia registram índice de 0,99. 
 
 
FONTE:http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI221944-17180,00-COPA%20GERA%20OPORTUNIDADES%20DE%20NEGOCIOS%20PARA%20PEQUENAS%20EMPRESAS%20EM%20QUATRO%20SETORE.html

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Sebrae apoia projeto de alimentação orgânica durante Copa 2014

A partir do dia 21 de fevereiro, a Caravana Copa Orgânica Brasil 2014 sairá pelo país para palestrar sobre o mercado de alimentos orgânicos nas 12 cidades-sede da Copa, e em 44 cidades vizinhas. O projeto é do Instituto BioSistêmico e conta com apoio do Sebrae e outros parceiros.

“A caravana é uma ação convergente com as ações governamentais e com as propostas da Copa de 2014″, explica a engenheira agrônoma do Instituto BioSistêmico, Priscila Terrazzan. Segundo ela, o governo federal pretende fazer uma ‘copa orgânica’ e com isso irão surgir diversas oportunidades para os cerca de 90 mil produtores orgânicos, a maioria da agricultura familiar.

A primeira parada ocorrerá no dia 21 de fevereiro na cidade de Suzano (SP). Ainda neste mês o trabalho será realizado na capital paulista, dia 22, e na cidade de Ibiúna, dia 23. Em cada uma das regiões está prevista a realização de 12 palestras de sensibilização para empresários do setor de alimentos e consumidores, 36 cursos de noções básicas de agricultura orgânica e 12 palestras de sensibilização de consumidores e produtores.

A previsão é percorrer todas as localidades até julho deste ano. O resultado dos trabalhos será apresentado na 7ª edição da Bio Brazil Fair, grande evento do setor, que acontece de 21 a 24 de julho, em São Paulo.

Informações: http://www.caravanacopaorganica.com.br/


FONTE: http://www.caravanacopaorganica.com.br/na-midia/sebrae-apoia-projeto-de-alimentacao-organica-durante-copa-2014/

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Tribunal de Contas suspende obras em aeroporto de Belo Horizonte

Confins será usado durante a Copa de 2014 e o projeto de ampliação está atrasado. Para TCU, há irregularidades no edital


O Tribunal de Contas da União determinou a suspensão da licitação das obras do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins (Grande Belo Horizonte). O tribunal suspeita de irregularidades no edital. O aeroporto será usado durante a Copa de 2014.

De acordo com o relatório do ministro Valmir Campelo, se o edital for executado, haverá superfaturamento de R$ 45,9 milhões na reforma do terminal 1 do aeroporto. A ampliação da capacidade do aeroporto visa atender a Copa. Belo Horizonte é uma das cidades-sede da competição e o aeroporto é o único no Estado que atende a demanda de voos de grande porte. No documento, o ministro afirma também que há restrição excessiva de participação de consórcios no edital.

O Aeroporto Internacional Tancredo Neves tem capacidade para 5 milhões de passageiros ao ano, mas em 2010 recebeu mais de 7 milhões, o que evidencia a necessidade de ampliação. Nesta terça, o ministro dos Esportes, Orlando Silva, esteve na capital mineira e elogiou o andamento de obras relacionadas à Copa. Entretanto, demonstrou preocupação em relação ao aeroporto. O governo de Minas Gerais defende a privatização para agilizar as reformas necessárias e, com isso, atender a demanda da Copa do Mundo.

Responsável pelo aeroporto, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que “está empenhada em realizar as adequações necessárias recomendadas pelo TCU e que está em constante diálogo com os técnicos daquele órgão para sanar todas as pendências apontadas”. A Infraero ainda nega que a suspensão da licitação acarrete em descumprimento do cronograma previsto. A nota da empresa diz que eventuais atrasos gerados pela readequação do edital serão compensados na fase de execução da obra. A licitação para as obras estava prevista para acontecer no próximo dia 21.

Ministro coloca BH como cidade mais avançada para a Copa 2014

Em visita às obras do Estádio Mineirão para a Copa de 2014, o ministro dos esportes, Orlando Silva, destacou que Belo Horizonte, em termos gerais, é a cidade mais avançada nas obras para a Copa do Mundo de 2014.
 
"O governador Anastasia, há poucas semanas, esteve em Brasília e informou à presidente Dilma Rousseff que Belo Horizonte era a cidade mais adiantada", contou o ministro. "Dias depois, a presidente me perguntou: Orlando, essa é a visão de vocês?. Eu respondi: vendo de conjunto, Belo Horizonte tem um trabalho extraordinário."
 
"Falei com o prefeito (Marcio Lacerda), que no item mobilidade urbana, transporte coletivo, Belo Horizonte é a cidade que está mais a frente do Brasil. O Mineirão já venceu duas etapas das obras, está na fase final. Conversava com o prefeito mais cedo, sob re os problemas dos aeroportos, principalmente o aeroporto de Confins, que é um desafio chave: a questão do segundo terminal para aumentar a capacidade do aeroporto. Em termos gerais, Belo Horizonte tem as melhores condições na preparação do Mundial da Fifa", completou Silva.
 
Na manhã desta terça-feira, o ministro visitou as obras nas avenidas Antônio Carlos e Abrahão Caram, duas avenidas que dão acesso ao complexo Mineirão-Mineirinho. Belo Horizonte disputa com São Paulo, Brasília, Salvador e Brasília para sediar a abertura do Mundial. Orlando Silva considera positiva a "disputa" das capitais brasileiras para sediar a partida inaugural da Copa.
 
"Eu, pessoalmente, acho uma disputa saudável. Ainda ontem, na cidade de Brasília, o governador demonstrou o interesse de fazer a abertura. São Paulo tem interesse, Salvador e aqui em Belo Horizonte, também. Ainda que não faça a abertura, tem momentos chaves da Copa do Mundo, como por exemplo, a Copa das Confederações, as semifinais, que exigem cidades aptas, capazes, com boas instalações, infraestrutura", afirmou.
 
O prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda se mostra preocupado com as reformas estruturais do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana da capital mineira.
 
"O problema de Confins é estrutural, ele já está saturado. O estudo feito ainda na época que eu era secretário de desenvolvimento mostrava que em 2014 podíamos chegar a 10 ou 12 milhões de passageiros. Ou seja, a simples reforma do Terminal 1 não é suficiente. O ideal era que o Terminal 2 estivesse sendo construído. O assunto aeroporto é uma crise em todo o país, temos essa dívida do governo federal que precisa ser resolvido o mais rápido possível", disse o prefeito.
 
De acordo com o cronograma das obras, o estádio Mineirão vai ficar totalmente pronto em dezembro de 2012.


FONTE: http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=355337