domingo, 15 de maio de 2011

Caravana Copa Orgânica chega ao estado e faz parada em quatro cidades

A ação vai apresentar informações sobre a produção orgânica

Vitória de Santo Antão, Cabo de Santo Agostinho, Recife e Carpina vão receber nos próximos dias 23, 24 e 25 de maio a caravana Copa Orgânica. A ação tem por objetivo difundir conhecimentos sobre a produção e o desenvolvimento do mercado de produtos orgânicos.

Lançada pelo Instituto BioSistêmico (IBS), com apoio do Sebrae, a ação itinerante, está percorrendo as cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 e os principais pólos de produção agrícola da região metropolitana. A programação é gratuita e é voltada para produtores, empresários do setor de alimentação e consumidores.

Contando com o incentivo do Governo Federal, que pretende fazer de 2014 uma “Copa Orgânica”, o mercado de produtos orgânicos no Brasil, hoje em expansão e faturando em torno de R$ 400 milhões, pode dobrar até o evento. Com a regulamentação no setor, proposta fundamental da “Copa Verde”, os produtores têm excelentes oportunidades de organizar e ampliar a produção, além de tornar os produtos mais conhecidos e acessíveis.

Durante a programação serão realizadas palestras de sensibilização para empresários do setor de alimentos e consumidores, cursos de noções básicas de agricultura orgânica e palestras de sensibilização para consumidores e produtores. 

Ao todo, o evento vai passar por 44 cidades em 12 estados brasileiros, com atividades gratuitas e livre acesso dos agricultores e empresários do setor. Mais informações no site da Carava Copa Orgânica. 


FONTE:http://pe360graus.globo.com/educacao/educacao-e-carreiras/capacitacao/2011/05/15/NWS,533324,35,563,EDUCACAO,885-CARAVANA-COPA-ORGANICA-ESTADO-FAZ-PARADA-CIDADES.aspx

Fifa vai testar serviços da Copa do Mundo em amistosos da Seleção

 Jogos do Brasil contra Holanda e Romênia servirão como avaliação para medidas da entidade, que serão utilizadas na Copa de 2014 no Brasil

O Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 vai testar, nos amistosos da Seleção Brasileira dos dias 4 de junho contra a Holanda e no dia 7 de junho contra a Romênia, alguns itens de serviço que serão utilizados durante a Copa das Confederações e na Copa do Mundo do Brasil. O objetivo é realizar um ensaio e tentar mostrar aos profissionais e aos espectadores o que será encontrado durante as duas competições em 2013 e 2014, respectivamente.

Dessa maneira, três itens principais serão contemplados: competições, segurança e imprensa. Vale lembrar que, como os dois estádios utilizados - Serra Dourada e Pacaembu - não estão adaptados para o nível de exigências de uma Copa do Mundo da FIFA, muitos desses serviços serão oferecidos de maneira parcial.

Na área de imprensa serão disponibilizadas posições de transmissão, tribunas de imprensa, posição para fotógrafos, centro de mídia e salas de entrevistas coletivas com um nível de serviços parecido com o oferecido na competição.

Na área de segurança, será implantado o modelo integrado entre o poder público e privado. Os órgãos de Segurança Pública ficam responsáveis pela cidade e vias públicas até a porta dos estádios, e só intervêm quando há grave tumulto com necessidade de manutenção da ordem pública ou quando for necessário o emprego do poder de polícia, ou seja, dentro da missão prevista nas Constituições Federal e Estaduais. Durante as partidas, a polícia atua nas instalações esportivas somente sob demanda, e os seguranças privados (stewards) desempenham as funções na área do estádio.

A ideia é empregar em torno de mil profissionais como stewards e seguranças privados em cada um dos dois jogos. O objetivo é oferecer um ambiente seguro e pacífico para a realização das partidas, dentro de um modelo de não confronto. Os stewards estarão envolvidos somente com a operação do estádio, sendo a orientação do público feita por orientadores, função que será desempenhada por voluntários. Eles atuarão na organização das filas de entrada, além de orientação e indicação de portões, acessos e sanitários. Por enquanto, serão utilizados apenas no jogo do Pacaembu (não haverá esse serviço em Goiânia).

No Pacaembu, os orientadores também auxiliarão na localização dos assentos numerados. É importante ressaltar que o assento numerado será respeitado apenas na área do setor oeste de cadeiras. Serão utilizados aproximadamente 200 orientadores.

Na área de competições, a atuação do Comitê Organizador será no serviço às equipes, inclusive com a presença de um team liaison officer (TLO), um elo entre a Seleção e a organização do evento. O protocolo de jogo também será implantado de acordo com o serviço de um Mundial.


FONTE:http://pe360graus.globo.com/esportes/esportes/copa-do-mundo/2011/05/15/NWS,533302,6,124,ESPORTES,751-FIFA-TESTAR-SERVICOS-COPA-MUNDO-AMISTOSOS-SELECAO.aspx

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cidades devem adaptar gestão aos novos desafios

Cidade inteligente deve ter capacidade tecnológica para realizar ações as mais completas possíveis

[...]Uma cidade inteligente terá que ter capacidade ou instrumentação tecnológica para capturar dados em tempo real e compartilhá-los com todos os setores para que as ações sejam as mais completas possíveis. Além disso, com dados completos, consegue-se planejar o futuro. Uma cidade inteligente tem como orientação um plano diretor que a visualize pelo menos uma ou duas décadas à frente. As ações estratégicas e mesmo muitas das ações táticas devem estar alinhadas com esta visão de futuro.

A gestão de uma cidade inteligente é, portanto, uma gestão holística, com integração de informações e processos entre todos os seus setores. Esta visão permite que informações antes restritas a setores específicos sejam cruzadas com outras, permitindo que tendências antes escondidas surjam à superfície. E com tecnologia adequada pode-se não apenas planejar, mas prever eventos e reagir a eles de forma adequada.

Com informações integradas, os setores envolvidos podem planejar com antecedência para minimizar os transtornos

Um evento esportivo de grande porte, como a Copa 2014, por exemplo, pode afetar diversos setores de uma cidade, que vão da gestão do trânsito ao policiamento, passando por atendimento médico em caso de emergências e assim por diante. Com informações integradas, todos os setores envolvidos podem planejar com antecedência suas ações e agirem de forma a minimizar possíveis transtornos à vida dos cidadãos.

Um ponto crucial neste modelo é a criação de um Centro de Operações Integradas (COI), que consiga aglutinar todos os serviços que afetam o dia a dia de uma cidade de modo que não apenas reações a eventos sejam tomadas de imediato, como também municie os gestores com informações mais abrangentes, que permitam planejamentos e decisões mais apuradas.

O COI recebe informações de todos os serviços da cidade, como água, energia, trânsito, segurança, saúde etc., seja em tempo real, capturadas por sensores espalhados pela infraestrutura física da cidade, ou oriundas de outros sistemas e meios de geração de informações, como smartphones nas mãos dos cidadãos. Com a tecnologia disponível hoje se pode operar algoritmos analíticos sofisticados praticamente em tempo real, de modo a interferir no próprio evento que gerou a informação.

Além disso, o tratamento analítico destas informações aliado a dados históricos geram insights valiosos para a tomada de decisões estratégicas. Um exemplo de sistema de previsão é o IBM Traffic Prediction Tool (http://tinyurl.com/48vcc6j), que baseado em dados coletados em tempo real prevê a ocorrência de congestionamentos com até uma hora de antecedência.

Outro exemplo de tecnologia preditiva é o PMAR, sistema de Previsão Meteorológica de Alta Resolução que entrará em operação no primeiro semestre de 2011 e que é o grande diferencial do Centro de Operações do Rio. Trata-se de um modelo matemático unificado e exclusivo para a capital fluminense.

Com a tecnologia disponível hoje se pode operar algoritmos analíticos sofisticados praticamente em tempo real

O sistema envolve a reunião de dados da bacia hidrográfica, o levantamento topográfico, o histórico de chuvas do município, assim como informações coletadas em tempo real de satélites e radares. Ele terá a missão de prever a incidência de chuvas e possíveis enchentes. O sistema e modelo matemático deverão ser calibrados para aumentar significativamente a taxa de acerto em relação à previsão de chuvas na cidade. O diferencial do sistema criado pela IBM é o que vem depois da previsão: após detectarem a incidência de chuvas, o PMAR fará a modelagem das possíveis inundações e, com ela, em uma próxima fase, também será possível avaliar os seus efeitos no trânsito da cidade.

Mas, para um COI operar é necessário implementar diversos conceitos básicos:

a) Instrumentar a cidade. Isto significa colocar sensores e dispositivos de coleta de dados na infraestrutura física, como sistemas viários, energia, água e assim por diante. Uma cidade instrumentada permite coletar dados em tempo real de coisas antes invisíveis. Um exemplo simples são câmeras e sensores em locais pouco acessíveis, como encanamentos de água e esgoto, que podem detectar vazamentos e mesmo a sua composição química e biológica, identificando anormalidades em tempo real.

b) Interconectar a cidade. Os sensores só têm significado se puderem se comunicar e enviar suas informações para serem tratadas em tempo hábil. A cidade deve dispor de uma rede de comunicações que permita que esta conexão flua adequadamente.

c) Criar inteligência. Isto significa a capacidade de tratar os dados e através de softwares e algoritmos analíticos gerar ações preventivas e reativas.
Os desafios para se criar um COI são muitos. É necessário investimento em instrumentação e conexão onde hoje não existem. É necessário integrar sistemas e processos que permitam aos diversos setores que gerenciam a cidade trabalharem de forma integrada. A interação de processos e sistemas é um ponto muito importante.

Uma cidade não se torna inteligente de um dia para o outro. O grau de maturidade de seu modelo de gestão bem como o grau de instrumentação disponível são algumas das variáveis envolvidas. Uma cidade onde o modelo de gestão está impregnado de uma cultura que incentiva o isolamento entre os diversos setores terá muito mais dificuldades para criar um COI que outra que já atue de forma colaborativa, embora ainda sem os meios adequados. O grau de maturidade também permite visualizar o “mindset” da gestão pública da cidade. É dirigida por ações de curto prazo, limitadas pelos mandatos dos gestores, ou incentiva ações de longo prazo, que visam atender as demandas futuras da cidade, mesmo que tais ações se estendam por mais de uma gestão?

 

FONTE:http://www.copa2014.org.br/noticias/6953/CIDADES+DEVEM+ADAPTAR+GESTAO+AOS+NOVOS+DESAFIOS.html

Copa e Olimpíadas ampliarão em 10% a demanda anual por fibras ópticas

2 de maio de 2011

A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 devem impactar consideravelmente o mercado de fibras ópticas no País. É o que previu Foad Shaikhzadeh, presidente da Furukawa do Brasil, nesta segunda-feira, 2, em evento realizado com canais em Comandatuba/BA. “Deve haver um crescimento da demanda por fibras no Brasil de 10% nos próximos anos, com um pico em 2011”, disse.

E essa demanda local, segundo ele, é de 3 a 4 milhões de quilômetros de fibras ópticas. Em cabos, isso significa 30 mil quilômetros nos próximos cinco anos, cerca de 6 mil por ano, e 75% do mercado sulamericano.

As aplicações que impulsionarão esse crescimento serão os links de longa distância (backbones e redes metropolitanas), datacenters e a massificação das tevês digitais com o advento da Copa e das Olimpíadas. “Somos um dos principais players e parceiros da Oi na reforma do Mineirão (estádio de Minas Gerais e uma das sub-sedes da Copa) e de algumas outras praças também, que não posso falar (por conta dos contratos de confidencialidade)”, disse. De acordo com o executivo, os eventos esportivos contam com uma “demanda visível”, que é a estrutura local do estádio e seus arredores, e uma invisível, a preparação dos municípios para as imagens digitais e de alta definição dos jogos. “Se não houver uma rede parruda, por mais tecnologia que exista, as tevês e a Internet irão congestionar”, acrescentou. 


FONTE: http://www.teletime.com.br/02/05/2011/copa-e-olimpiadas-ampliarao-em-10-a-demanda-anual-por-fibras-opticas/tt/222633/news.aspx